ganhaste o bibelot de porcelana!
mas foi renhido, hã?! com tantas participações..!
terça-feira, janeiro 20
sábado, janeiro 17
ABBA, a banda sonora perfeita para "flertar" com a vizinhança
alguém me explica por que é que o "sponsored link" do Google para a pesquisa "ABBA" é, entre outros, (e isto é uma transcrição)
eu só queria saber em que ano se seprararam os ABBA!
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quinta-feira, janeiro 15
eu achava as pipocas de microondas um desperdício de dinheiro
até hoje.
hoje cometi a proeza de esturricar uma porrada de pipocas, lixar um tacho velho e deixar a casa inabitável para qualquer pessoa com sentido olfactivo.
eu sou um perigo na cozinha...
por isso é que arranjei um namorado que cozinha tão bem.
hoje cometi a proeza de esturricar uma porrada de pipocas, lixar um tacho velho e deixar a casa inabitável para qualquer pessoa com sentido olfactivo.
eu sou um perigo na cozinha...
por isso é que arranjei um namorado que cozinha tão bem.
quarta-feira, janeiro 14
devagar não é parado!
o meu computador antigo é lento, sim - demorou duas horas e meia a passar 6GB para o disco externo.
maaaas... ESTA estimativa TINHA que estar incorrecta!
maaaas... ESTA estimativa TINHA que estar incorrecta!
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estupidez do dia,
medo
ajudem-me
mais alguém tem aquele problema crónico de decorar, sem querer, as letras de todas as músicas que ouve?
é que eu hoje dei por mim a cantar isto ao almoço. e preocupa-me... muito!
é que eu hoje dei por mim a cantar isto ao almoço. e preocupa-me... muito!
sábado, janeiro 10
sexta-feira, janeiro 9
Rua Sésamo
essa série fantástica.
o sonho de qualquer criança da minha geração era ter entrado na Rua Sésamo*. mas não o meu. para mim foi um pesadelo.
sim, eu entrei na Rua Sésamo; e, acreditem, não foi bonito.
depois de meia hora no carro, a chorar porque não queria ir, lá me arrastaram até ao set e a primeira coisa que vi foi o Poupas Amarelo; mas sem cabeça.
o senhor que envergava o fato do simpático pássaro gigante segurava-a debaixo do braço, como se ela fosse uma bola de futebol.
depois, como se ter o cabelo tão curtinho que me fazia parecer um rapaz não fosse já vergonha suficiente, tiveram que me pôr um caixote debaixo dos pés, porque eu era tão pequenina que, se não o fizessem, a única coisa que viam por detrás do balcão onde íamos gravar era meia dúzia de cabelos desalinhados.
o meu papel era simples: o Poupas pedia-me uns livros e eu passava-lhos. depois, punhamo-los todos dentro de um cesto.
eu cumpri a minha parte - passei-lhe os livros de boa fé - mas, somehow, algo naquela cena se tornou incrivelmente complicado para o Poupas; tanto que, ao pegar no cesto, conseguiu acertar com ele em cheio na minha cabeça.
sabem que mais? SE NÃO ME TIVESSEM POSTO UM CAIXOTE DE FRUTA DEBAIXO DOS PÉS, O POUPAS NUNCA ME TERIA AGRDEDIDO!
terminadas as gravações, ao olhar para a parte de fora do cenário, vejo um outro senhor com a mão enfiada naquilo que, calculava eu, seriam os intestinos da Tita, a gata. não achei aquilo nada bem.
saí dali destroçada.
por isso vos digo - nunca levem os vossos filhos a coisas deste género. a intenção pode ser boa, mas, acreditem, vai correr mal.
* o buereré e o batatoon não contam. eram horríveis e TODA A GENTE lá foi, pelo menos uma vez.
o sonho de qualquer criança da minha geração era ter entrado na Rua Sésamo*. mas não o meu. para mim foi um pesadelo.
sim, eu entrei na Rua Sésamo; e, acreditem, não foi bonito.
depois de meia hora no carro, a chorar porque não queria ir, lá me arrastaram até ao set e a primeira coisa que vi foi o Poupas Amarelo; mas sem cabeça.
o senhor que envergava o fato do simpático pássaro gigante segurava-a debaixo do braço, como se ela fosse uma bola de futebol.
depois, como se ter o cabelo tão curtinho que me fazia parecer um rapaz não fosse já vergonha suficiente, tiveram que me pôr um caixote debaixo dos pés, porque eu era tão pequenina que, se não o fizessem, a única coisa que viam por detrás do balcão onde íamos gravar era meia dúzia de cabelos desalinhados.
o meu papel era simples: o Poupas pedia-me uns livros e eu passava-lhos. depois, punhamo-los todos dentro de um cesto.
eu cumpri a minha parte - passei-lhe os livros de boa fé - mas, somehow, algo naquela cena se tornou incrivelmente complicado para o Poupas; tanto que, ao pegar no cesto, conseguiu acertar com ele em cheio na minha cabeça.
sabem que mais? SE NÃO ME TIVESSEM POSTO UM CAIXOTE DE FRUTA DEBAIXO DOS PÉS, O POUPAS NUNCA ME TERIA AGRDEDIDO!
terminadas as gravações, ao olhar para a parte de fora do cenário, vejo um outro senhor com a mão enfiada naquilo que, calculava eu, seriam os intestinos da Tita, a gata. não achei aquilo nada bem.
saí dali destroçada.
por isso vos digo - nunca levem os vossos filhos a coisas deste género. a intenção pode ser boa, mas, acreditem, vai correr mal.
* o buereré e o batatoon não contam. eram horríveis e TODA A GENTE lá foi, pelo menos uma vez.
ganha a melhor teoria
para a seguinte questão:
envie a sua teoria até dia 16 de Janeiro. o júri deliberará e tornará pública a sua decisão até dia 19 do mesmo mês.
a teoria vencedora receberá um bibelot de porcelana da mais alta qualidade!
(ps. pode ajudar saber que ela não tem um um cabelo bonito; tem-no pintado, não é ruiva e parece-me que vive num qualquer lugar onde neva incessantemente.
e eu nem sequer tenho um periquito.)
por que raio é que esta noite sonhei que uma rapariga minha conhecida se virava para mim e dizia:
tu tens é inveja do meu cabelo lindo, ruivo natural. sim, porque tu antes eras rica e agora tens a gaiola do periquito em cima da mesa da sala de jantar!
e a conversa acabou com a dita rapariga agarrada ao nariz ensanguentado - tinha-a esmurrado.
tu tens é inveja do meu cabelo lindo, ruivo natural. sim, porque tu antes eras rica e agora tens a gaiola do periquito em cima da mesa da sala de jantar!
e a conversa acabou com a dita rapariga agarrada ao nariz ensanguentado - tinha-a esmurrado.
envie a sua teoria até dia 16 de Janeiro. o júri deliberará e tornará pública a sua decisão até dia 19 do mesmo mês.
a teoria vencedora receberá um bibelot de porcelana da mais alta qualidade!
(ps. pode ajudar saber que ela não tem um um cabelo bonito; tem-no pintado, não é ruiva e parece-me que vive num qualquer lugar onde neva incessantemente.
e eu nem sequer tenho um periquito.)
terça-feira, janeiro 6
incompetência, frio e caldo verde em orgia explosiva no Carvalhal
hoje estive a ouvir Linda Martini e lembrei-me de que nunca partilhei convosco a maravilha que foi o Festival Musicoeste 2007.
apesar de os conhecer pouco e há pouco tempo, quando soube que vinham ao Carvalhal (don't ask!) e dado que o bilhete para o "festival" custava €5 (e só por isto depreendem já meia dúzia de coisas), decidi ir.
chegámos por volta das 18h, porque era a hora inscrita no bilhete. - ERRO Nº1
perante um mini-planalto completamente deserto no que toca a seres humanos, um palco único, uma barraquinha de cerveja acompanhada por duas ou três roulottes de cachorros e duas tendas de aspecto artesanal, decidimos perguntar a que horas é que, afinal, aquilo começava mesmo - ERRO Nº2
Segurança #1: ah, pois... nã sei. isto tá um bocadinh' atrasado...
Nós: hm, pois. então e qual é a hora prevista para a actuação dos Linda Martini?
Segurança #1: aaaaaaa... pois, nã sei. isso deve ser lá mais pá noite.
Nós: riiiight... obrigado.
Segurança #1: dêem praí umas voltinhas!
parênteses recto: o Carvalhal é uma terra no meio do nada, com meia dúzia de casas e, que nós tenhamos visto, UM café.
depois de nos cansarmos de estar no carro a ouvir música para passar o tempo (porque nem no recinto nos deixaram entrar), arriscámos o café. comemos umas tostas na companhia de um documentário sobre a Princesa Diana.
voltámos, e apesar de continuarmos a quase conseguir ver aquelas bolas de "palha" do deserto a rolar por ali, ganhámos coragem e sacámos dos bilhetes. deviam ser umas 22h. - ERRO Nº3
perguntaram-nos se queríamos mesmo entrar, dado que, uma vez lá dentro, nos seria impossível sair e tornar a entrar. por esta altura comecei a pensar no amor que tinha àquela nota de €5 que deixara no balcão da worten, em troca do bilhete para o "festival".
por falar nisso, estão a ver os bilhetes da ticket line? aliás, estão a ver qualquer bilhete? daqueles com... PICOTADO?! dizem, não sei, que o PICOTADO tem um PROPÓSITO. mas o segurança nunca tinha visto um bilhete na vida, certamente. para dizer a verdade, não sei se o segurança teria, alguma vez, saído do Carvalhal.
o que é que ele fez? UM RASGÃO NO MEIO DO BILHETE! e disse "pode entrar."
ao fim de duas horas sentadas no chão de terra batida, a sentir o frio da noite e a conversar sobre coisas idiotas só para manter o cérebro activo, descobrimos que uma das tendas era, afinal, o palco secundário. aquele onde actuaram algumas das bandas mais "vulgares" que já ouvi (digo ouvi porque continuámos sentadas no chão).
cachorros, hambúrgueres e imperiais pelo meio, decidimos ir até um balcãozinho de bebidas brancas chamado Mojito's. pedimos um mojito. - ERRO Nº4
disseram-nos "mojitos não temos, mas posso sugerir uma caipirinha com vodka preta!". perante o nosso olhar incrédulo, o bartender explicou: bem, Mojito's é só o nome do bar. aqui não fazemos mojitos.
ah.
passado um bocado encontrámos três cadeiras velhas, abandonadas, que foram o que de melhor nos aconteceu naquela noite. as nossas costas também agradeceram.
casas de banho? em prol do bem comum, vamos saltar todo este capítulo.
animação? senhores a cuspir fogo e vinte pessoas a assistir, que é como quem diz "1/4 da plateia a assistir".
sim, éramos imensos. pelas 02h já sabia quem era amigo de quem, já sabia que Fulana de Tal tinha dormido com Beltrano e já a empregada da barraca de cerveja estava sentada em cima do balcão e os seus olhos brilhavam de felicidade quando tinha clientes.
não sei se pela falta de qualidade ou pela falta de paciência, não me lembro de ter aplaudido uma única banda.
a banda que tocou antes dos Linda Martini chamava-se Bass Off e tinha na plateia um amigo, que foi, de resto, o único a manifestar-se quando eles perguntaram: querem mais?? o que é que querem ouvir??
(importa referir, como nota de rodapé, que a letra da dita música consistia num aportuguesado "we are feeling good / with the bass off / yeeeeah!" com a pior melodia (ou falta dela!) que possam imaginar.)
um dos membros da banda fez, ironicamente, uma referência ao quão bom era tocar para um público assim. e a seguir disse "mas fiquem para ver os Linda Martini; vale a pena". e não é que o público reagiu?? nós gritámos, de longe, ainda sentadas nas cadeiras "sim, é MAIS OU MENOS por eles que ainda aqui estamos"
03.45h - Linda Martini sobem, finalmente, ao palco. pedem desculpa e agradecem aos fãs terem esperado tanto.
como praticamente todos os que tinham entrado no recinto ainda ali estavam a esta hora (e ainda que na "fila da frente" o espaço circundante a cada espectador fosse de cerca de metro e meio/dois metros), pensei "bem, este pessoal está mesmo aqui por eles!".
repensei esta posição quando o vocalista disse "agora vamos tocar A Severa. quem é que conhece esta música?" e se ouviramm duas pessoas na plateia. duas.
como sabia que a minha amiga a conhecia, disse-lhe "olha! não ouviste? é A Severa! tu conhece-la!" - ERRO Nº5.
com um péssimo timing, ela diz, embora não muito alto (mas também éramos tão poucos...), "ah! eu conheço!!" e sente 60 pares de olhos em cima dela.
e, acabado o concerto, o que é que calha bem?? um caldo verde às cinco e meia da manhã, claro!
pergunto-me se terá havido uma segunda edição do festival...
no meio disto tudo, salva-se o senhor dos cachorros quentes, que era simpático e, comigo, insultou violentamente a organização enquanto me perguntava "quer mais batatas?"
apesar de os conhecer pouco e há pouco tempo, quando soube que vinham ao Carvalhal (don't ask!) e dado que o bilhete para o "festival" custava €5 (e só por isto depreendem já meia dúzia de coisas), decidi ir.
chegámos por volta das 18h, porque era a hora inscrita no bilhete. - ERRO Nº1
perante um mini-planalto completamente deserto no que toca a seres humanos, um palco único, uma barraquinha de cerveja acompanhada por duas ou três roulottes de cachorros e duas tendas de aspecto artesanal, decidimos perguntar a que horas é que, afinal, aquilo começava mesmo - ERRO Nº2
Segurança #1: ah, pois... nã sei. isto tá um bocadinh' atrasado...
Nós: hm, pois. então e qual é a hora prevista para a actuação dos Linda Martini?
Segurança #1: aaaaaaa... pois, nã sei. isso deve ser lá mais pá noite.
Nós: riiiight... obrigado.
Segurança #1: dêem praí umas voltinhas!
parênteses recto: o Carvalhal é uma terra no meio do nada, com meia dúzia de casas e, que nós tenhamos visto, UM café.
depois de nos cansarmos de estar no carro a ouvir música para passar o tempo (porque nem no recinto nos deixaram entrar), arriscámos o café. comemos umas tostas na companhia de um documentário sobre a Princesa Diana.
voltámos, e apesar de continuarmos a quase conseguir ver aquelas bolas de "palha" do deserto a rolar por ali, ganhámos coragem e sacámos dos bilhetes. deviam ser umas 22h. - ERRO Nº3
perguntaram-nos se queríamos mesmo entrar, dado que, uma vez lá dentro, nos seria impossível sair e tornar a entrar. por esta altura comecei a pensar no amor que tinha àquela nota de €5 que deixara no balcão da worten, em troca do bilhete para o "festival".
por falar nisso, estão a ver os bilhetes da ticket line? aliás, estão a ver qualquer bilhete? daqueles com... PICOTADO?! dizem, não sei, que o PICOTADO tem um PROPÓSITO. mas o segurança nunca tinha visto um bilhete na vida, certamente. para dizer a verdade, não sei se o segurança teria, alguma vez, saído do Carvalhal.
o que é que ele fez? UM RASGÃO NO MEIO DO BILHETE! e disse "pode entrar."
ao fim de duas horas sentadas no chão de terra batida, a sentir o frio da noite e a conversar sobre coisas idiotas só para manter o cérebro activo, descobrimos que uma das tendas era, afinal, o palco secundário. aquele onde actuaram algumas das bandas mais "vulgares" que já ouvi (digo ouvi porque continuámos sentadas no chão).
cachorros, hambúrgueres e imperiais pelo meio, decidimos ir até um balcãozinho de bebidas brancas chamado Mojito's. pedimos um mojito. - ERRO Nº4
disseram-nos "mojitos não temos, mas posso sugerir uma caipirinha com vodka preta!". perante o nosso olhar incrédulo, o bartender explicou: bem, Mojito's é só o nome do bar. aqui não fazemos mojitos.
ah.
passado um bocado encontrámos três cadeiras velhas, abandonadas, que foram o que de melhor nos aconteceu naquela noite. as nossas costas também agradeceram.
casas de banho? em prol do bem comum, vamos saltar todo este capítulo.
animação? senhores a cuspir fogo e vinte pessoas a assistir, que é como quem diz "1/4 da plateia a assistir".
sim, éramos imensos. pelas 02h já sabia quem era amigo de quem, já sabia que Fulana de Tal tinha dormido com Beltrano e já a empregada da barraca de cerveja estava sentada em cima do balcão e os seus olhos brilhavam de felicidade quando tinha clientes.
não sei se pela falta de qualidade ou pela falta de paciência, não me lembro de ter aplaudido uma única banda.
a banda que tocou antes dos Linda Martini chamava-se Bass Off e tinha na plateia um amigo, que foi, de resto, o único a manifestar-se quando eles perguntaram: querem mais?? o que é que querem ouvir??
(importa referir, como nota de rodapé, que a letra da dita música consistia num aportuguesado "we are feeling good / with the bass off / yeeeeah!" com a pior melodia (ou falta dela!) que possam imaginar.)
um dos membros da banda fez, ironicamente, uma referência ao quão bom era tocar para um público assim. e a seguir disse "mas fiquem para ver os Linda Martini; vale a pena". e não é que o público reagiu?? nós gritámos, de longe, ainda sentadas nas cadeiras "sim, é MAIS OU MENOS por eles que ainda aqui estamos"
03.45h - Linda Martini sobem, finalmente, ao palco. pedem desculpa e agradecem aos fãs terem esperado tanto.
como praticamente todos os que tinham entrado no recinto ainda ali estavam a esta hora (e ainda que na "fila da frente" o espaço circundante a cada espectador fosse de cerca de metro e meio/dois metros), pensei "bem, este pessoal está mesmo aqui por eles!".
repensei esta posição quando o vocalista disse "agora vamos tocar A Severa. quem é que conhece esta música?" e se ouviramm duas pessoas na plateia. duas.
como sabia que a minha amiga a conhecia, disse-lhe "olha! não ouviste? é A Severa! tu conhece-la!" - ERRO Nº5.
com um péssimo timing, ela diz, embora não muito alto (mas também éramos tão poucos...), "ah! eu conheço!!" e sente 60 pares de olhos em cima dela.
e, acabado o concerto, o que é que calha bem?? um caldo verde às cinco e meia da manhã, claro!
pergunto-me se terá havido uma segunda edição do festival...
no meio disto tudo, salva-se o senhor dos cachorros quentes, que era simpático e, comigo, insultou violentamente a organização enquanto me perguntava "quer mais batatas?"
segunda-feira, janeiro 5
2009 começa bem!
e desengane-se quem pensa que isto era uma mostra de iluminações de natal para venda ou assim.
não. é mesmo só uma casa espectacularmente decorada, a caminho de sta cruz.
ps. peço desculpa pela má qualidade das fotografias, mas foi o melhor que se conseguiu dentro de um carro em andamento.
terça-feira, dezembro 23
quarta-feira, dezembro 17
[a meio de uma conversa telefónica, a propósito de NADA:]
Juliana: ah, é verdade! o que é que vais vestir no dia 25?
Mé: aaaaa... eu não sou como tu. eu não penso nisso com três meses de antecedência.
Juliana: ah, não! é que eu ouço toda a gente a dizer que vai comprar roupa nova, e eu não.
Mé: bem, eu também não.
Juliana: ah pronto, estou mais descansada! já não me sinto a única a não o fazer!
é por isto que eu lhe ligo todos os dias.
Mé: aaaaa... eu não sou como tu. eu não penso nisso com três meses de antecedência.
Juliana: ah, não! é que eu ouço toda a gente a dizer que vai comprar roupa nova, e eu não.
Mé: bem, eu também não.
Juliana: ah pronto, estou mais descansada! já não me sinto a única a não o fazer!
é por isto que eu lhe ligo todos os dias.
terça-feira, dezembro 16
woooow!!
curtiram os efeitos especiais do último vídeo de Natal do Barney?? espetacular.
gosto das intrevenções dos medalhados olímpicos...
-HIGHLIGHTS-
Barney corre, Barney cansa-se, Barney adormece, Barney sonha que está nos Jogos Olímpicos. e nada mais que o Phelps, o cão! mas o Phelps não se importa - tem mais deixas que o Barney.
Bush: Barney? Barney! You better wake up, fellow. There's a lot of work to do around here! We're sprinting to the finish, not napping to the finish!! (de qualquer das formas, amigo, dia 20 de Janeiro estás com o rabinho fora da Casa Branca. deixa lá o cão dormir descansadinho, sim?)
Mrs. Laura Bush: President Bush and I thank you for the wonderful privilege of being able to serve America these last eight years. - fica a intenção.
gosto das intrevenções dos medalhados olímpicos...
-HIGHLIGHTS-
Barney corre, Barney cansa-se, Barney adormece, Barney sonha que está nos Jogos Olímpicos. e nada mais que o Phelps, o cão! mas o Phelps não se importa - tem mais deixas que o Barney.
Bush: Barney? Barney! You better wake up, fellow. There's a lot of work to do around here! We're sprinting to the finish, not napping to the finish!! (de qualquer das formas, amigo, dia 20 de Janeiro estás com o rabinho fora da Casa Branca. deixa lá o cão dormir descansadinho, sim?)
Mrs. Laura Bush: President Bush and I thank you for the wonderful privilege of being able to serve America these last eight years. - fica a intenção.
domingo, dezembro 14
ironicamente, perguntei:
Haverá melhor que um domingo cinzento, sem nada para fazer, com o namorado a cantar José Cid, atrás de nós??
resposta: Cala-te! só o José Cid é que me aquece o coração! ele e o Carlos Paião!! hahahaha! hã?, rimou e tudo!
só por causa desta, se calhar já não lhe ofereço prenda de Natal...
e também por causa da "Favas com Chouriço" e da "E Depois do Adeus" cantadas ao ouvido. e no patamar das escadas ("eh la! isto com eco fica mais giro! quuuis saabeeeer quem sooou / o que faaço a.." SLAM - porta fechada na cara. "mooor... mor?").
ps. eu nao sou assim tão insensível. depois voltei a abrir-lhe a porta.
resposta: Cala-te! só o José Cid é que me aquece o coração! ele e o Carlos Paião!! hahahaha! hã?, rimou e tudo!
só por causa desta, se calhar já não lhe ofereço prenda de Natal...
e também por causa da "Favas com Chouriço" e da "E Depois do Adeus" cantadas ao ouvido. e no patamar das escadas ("eh la! isto com eco fica mais giro! quuuis saabeeeer quem sooou / o que faaço a.." SLAM - porta fechada na cara. "mooor... mor?").
ps. eu nao sou assim tão insensível. depois voltei a abrir-lhe a porta.
segunda-feira, dezembro 8
contos de Natal 2.0
praticamente todos os anos há uma discussão durante a ceia de Natal.
o ano passado foi sobre o conceito de beleza da maioria das pessoas e sobre se estas se arranjam para si ou para os outros. extremamente interessante e pertinente, diga-se.
ao fim de 30min de discussão, um dos meus irmãos sugere: bem, vamos lá mas é ligar a televisão. pode ser que esteja a dar qualquer coisa que nos distraia.
o que é que estava a dar? a Hora da Sorte.
a sobermesa foi acompanhada por uma discussão espetacular sobre a Serenella Andrade.
o ano passado foi sobre o conceito de beleza da maioria das pessoas e sobre se estas se arranjam para si ou para os outros. extremamente interessante e pertinente, diga-se.
ao fim de 30min de discussão, um dos meus irmãos sugere: bem, vamos lá mas é ligar a televisão. pode ser que esteja a dar qualquer coisa que nos distraia.
o que é que estava a dar? a Hora da Sorte.
a sobermesa foi acompanhada por uma discussão espetacular sobre a Serenella Andrade.
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contos de natal
contos de Natal 1.0
era eu pequenina, ainda semi-crente de que o Pai Natal existia, quando, por obra de um relógio de pulso, o Natal perdeu todo o seu encanto.
os meus irmãos tinham-me levado para o meu quarto para brincarmos um bocadinho enquanto o "Pai Natal" ia deixar as prendas à sala. um deles estava a brincar com o relógio e eu, como idiota que sou, cheguei-me lá ao pé. PÁS! bracelete do relógio enfiada no meu olho.
chorei, chorei; queria ir-me embora. "não, espera! o Pai Natal deve estar quase a chegar!", diziam eles.
comecei a ouvir uns sinos a tocar. "vês? são as renas! é o trenó do Pai Natal!". mas eu só chorava.
quando voltaram a repetir "são as renas!" eu disse, por entre as lágrimas "não são naadaaa... isto é aquele sininho que a mã tem na saalaaa...". e, de repente, apercebi-me realmente de que o Natal era tudo obra maquiavélica dos meus pais e irmãos.
mas eu não era parva! e cheguei à sala de cabeça erguida, apesar do olho vermelho e inchado, tentando perceber se a minha mãe tinha deixado o tal sino no mesmo sítio de onde o tinha tirado.
diz que é esta a magia do Natal.
vá, partilhem lá os vossos contos, que eu, apesar de tudo, continuo a adorar esta época! já sabem como é; funciona como nos "vícios". mas rebuçados já enjoa. o que é que querem desta vez?
os meus irmãos tinham-me levado para o meu quarto para brincarmos um bocadinho enquanto o "Pai Natal" ia deixar as prendas à sala. um deles estava a brincar com o relógio e eu, como idiota que sou, cheguei-me lá ao pé. PÁS! bracelete do relógio enfiada no meu olho.
chorei, chorei; queria ir-me embora. "não, espera! o Pai Natal deve estar quase a chegar!", diziam eles.
comecei a ouvir uns sinos a tocar. "vês? são as renas! é o trenó do Pai Natal!". mas eu só chorava.
quando voltaram a repetir "são as renas!" eu disse, por entre as lágrimas "não são naadaaa... isto é aquele sininho que a mã tem na saalaaa...". e, de repente, apercebi-me realmente de que o Natal era tudo obra maquiavélica dos meus pais e irmãos.
mas eu não era parva! e cheguei à sala de cabeça erguida, apesar do olho vermelho e inchado, tentando perceber se a minha mãe tinha deixado o tal sino no mesmo sítio de onde o tinha tirado.
diz que é esta a magia do Natal.
vá, partilhem lá os vossos contos, que eu, apesar de tudo, continuo a adorar esta época! já sabem como é; funciona como nos "vícios". mas rebuçados já enjoa. o que é que querem desta vez?
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contos de natal
sábado, dezembro 6
há tradições natalícias espetaculares...
...como é o caso dos vídeos de Natal dos simpáticos cãezinhos do Presidente Bush.
é com grande tristeza que lhes dizemos adeus. Nunca mais Barney e Miss Beazley vão celebrar o Natal rebolando na neve dos jardins da Casa Branca...
eu sei; eu sei que Barack Obama prometeu um cão às filhas.
o Chicago Tribune teve, inclusivamente, uma sondagem em curso, na qual os inquiridos opinavam sobre que raça de cão deveria a família do presidente eleito adoptar.
mas nunca será a mesma coisa.
de resto, esta é, de facto, uma questão complicada.
Malia Obama, de 10 anos, já manifestou a sua preferência por um goldendoodle, mas Michelle Obama tinha, já em Outubro, revelado aos jornalistas que a família pretendia adoptar cão um que se encontrasse num canil. para além disso, há que ter em conta as alergias de Malia, e o facto de que os presidentes têm o hábito de ter cães de raça pura*, e blablabla...
e pronto, tooodos os dias saem dez notícias sobre o cão de Barack Obama, que já é uma estrela, antes mesmo de alguém no mundo saber quem ele é.
"é como a pescada - antes de ser, já o era!" (ha! haha! muito gira e pertinente, esta!)
bem, o que realmente importa é:
eu cresci a ver aqueles vídeos. depois deste ano, o que será de mim e de tantas outras crianças por este mundo afora?
pondero, neste momento, e por considerar esta uma questão da maior importância, criar uma petição para que os cães nos continuem a presentear, todos os anos, com mais uma espetacular curta metragem de baixo orçamento, só com ambos a correr atrás das bolas da árvore de natal. não peço mais nada.
quem está comigo??
(ps. sabiam que o Barney tem o seu próprio espacinho no site da Casa Branca? ora espreitem lá)
* este vale a pena ir ver. tem fotos excelentes, de vários animais de estimação de ex-presidentes americanos.
é com grande tristeza que lhes dizemos adeus. Nunca mais Barney e Miss Beazley vão celebrar o Natal rebolando na neve dos jardins da Casa Branca...
eu sei; eu sei que Barack Obama prometeu um cão às filhas.
o Chicago Tribune teve, inclusivamente, uma sondagem em curso, na qual os inquiridos opinavam sobre que raça de cão deveria a família do presidente eleito adoptar.
mas nunca será a mesma coisa.
de resto, esta é, de facto, uma questão complicada.
Malia Obama, de 10 anos, já manifestou a sua preferência por um goldendoodle, mas Michelle Obama tinha, já em Outubro, revelado aos jornalistas que a família pretendia adoptar cão um que se encontrasse num canil. para além disso, há que ter em conta as alergias de Malia, e o facto de que os presidentes têm o hábito de ter cães de raça pura*, e blablabla...
e pronto, tooodos os dias saem dez notícias sobre o cão de Barack Obama, que já é uma estrela, antes mesmo de alguém no mundo saber quem ele é.
"é como a pescada - antes de ser, já o era!" (ha! haha! muito gira e pertinente, esta!)
bem, o que realmente importa é:
eu cresci a ver aqueles vídeos. depois deste ano, o que será de mim e de tantas outras crianças por este mundo afora?
pondero, neste momento, e por considerar esta uma questão da maior importância, criar uma petição para que os cães nos continuem a presentear, todos os anos, com mais uma espetacular curta metragem de baixo orçamento, só com ambos a correr atrás das bolas da árvore de natal. não peço mais nada.
quem está comigo??
(ps. sabiam que o Barney tem o seu próprio espacinho no site da Casa Branca? ora espreitem lá)
* este vale a pena ir ver. tem fotos excelentes, de vários animais de estimação de ex-presidentes americanos.
terça-feira, dezembro 2
"hum que bom!" - disse o meu ego.
apesar de eu estar há mais de 3 semanas fechada em casa por ordem do médico, quem anda a tomar anti-depressivos é o meu gato.
pareço ser, portanto, uma óptima companhia.
pareço ser, portanto, uma óptima companhia.
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há coisas assim
"O Guarda-Chuva do Sr. Thompson"
(para a Maria Inês)
é uma página só com o título de um dos contos!
DICKENS, Charles. Contos de Natal.
é uma página só com o título de um dos contos!
DICKENS, Charles. Contos de Natal.
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recortes
dicas para uma vida mais feliz
- escrever "philips sbc ru 151" no google
- abrir o PDF do primeiro site apresentado
- ler a pág.5 do manual - Setting the Remote Control
- inserir, no comando, o código gentilmente fornecido na pág.58
NOTA:
o texto acima apresentado é uma obra de ficção. qualquer semelhança entre este e a minha vida será, portanto, mera coincidência.
eu nunca chegaria ao ponto de passar 7 meses a levantar-me do sofá sempre que quisesse aumentar/baixar o volume e a ter que ligar o vídeo à TV para poder mudar de canal.
pois não?
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